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Atos 27 Comparação: Nova Versão vs Bíblia Livre

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Atos 27

1Quando foi decidido que navegaríamos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros prisioneiros a um centurião chamado Júlio, do Regimento Augustino.

2Nós embarcamos em um navio de Adramítio, que estava prestes a navegar junto à costa da Ásia. Então, fomos para o mar; Aristarco que era de Tessalônica, cidade da Macedônia, vinha conosco.

3No dia seguinte, desembarcamos na cidade de Sidom, onde Júlio tratou Paulo de modo gentil e permitiu-lhe ir até seus amigos, a fim de receber cuidados.

4Partindo dali, fomos para o mar e navegamos em volta da ilha de Chipre, que nos abrigou do vento, porque esse estava contra nós.

5A seguir, navegamos através das águas perto da Cilícia e Panfília, e fomos a Mirra, uma cidade da Lícia.

6Lá, o centurião encontrou um navio de Alexandria, que ia para a Itália, no qual nos embarcou.

7Navegamos vagarosamente por muitos dias, e finalmente chegamos, com dificuldade, próximo a Cnido. Contudo, o vento não nos permitiu seguir o caminho; então, navegamos pelo lado de Creta protegido contra os ventos, oposto a Salmona.

8Navegamos pela costa com dificuldade, até que chegamos a um certo lugar chamado Bons Portos, que é perto da cidade de Laseia.

9Tínhamos gasto muito tempo, já havia passado o tempo do jejum dos judeus, e também se tornou perigoso navegar. Então, Paulo os alertou,

10e disse: "Homens, eu vejo que a viagem que estamos prestes a fazer será danosa e com muita perda, não apenas da mercadoria e do navio, mas também de nossas vidas".

11Porém, o centurião prestou mais atenção ao mestre e ao proprietário do navio, do que às coisas que foram ditas por Paulo.

12Não sendo o porto propício para se passar o inverno, a maioria dos marinheiros aconselhou que partissem dali, se, por algum meio, conseguíssemos chegar a cidade de Fenice, para ali passar o inverno. Fenice é um porto em Creta, voltado para o nordeste e sudeste.

13Quando o vento do sul começou a soprar gentilmente, os marinheiros pensaram que tinham o que precisavam; então, eles ergueram a âncora e navegaram próximo a Creta, perto da costa.

14Mas, depois de um curto período, um vento forte de tempestade chamado Euroaquilão começou a nos golpear, vindo da ilha.

15Quando o navio foi apanhado em cheio, e não podia enfrentar o vento, nós nos deixamos ser levados.

16Passamos por um lado protegido de uma pequena ilha chamada Cauda; e com dificuldade pudemos segurar o bote salva-vidas.

17Quando eles levantaram o bote, usaram as suas cordas para amarrá-lo no casco do navio. Eles temiam que pudéssemos ir em direção aos bancos de areia de Sirte; então, abandonaram a âncora, e deixaram-se ser conduzidos.

18Nós estávamos muito abatidos por causa da tempestade; então, no dia seguinte, os navegadores começaram a jogar a carga para fora do navio.

19No terceiro dia, os marinheiros também lançaram ao mar com as próprias mãos, o equipamento do navio.

20Depois de o sol e as estrelas não brilharem sobre nós por vários dias, e de ainda ser castigado por grande tempestade, qualquer esperança de que pudéssemos ser salvos foi abandonada.

21Estando eles há muito tempo sem comer, Paulo se levantou entre os marinheiros e disse: "Homens, devieis ter me ouvido, e não partir de Creta a fim de evitar este dano e perda.

22E agora, eu vos incentivo a tomarem coragem, porque não haverá nenhuma perda de vidas entre vós, mas apenas a perda do navio.

23Porque na noite passada, um anjo de Deus, a quem eu pertenço, e também adoro, se colocou ao meu lado

24e disse: 'Não temas, Paulo. Tu deves te encontrar com César, e Deus te concede a vida de todos os que estão viajando contigo'.

25Portanto, homens, tomem coragem! Porque confio em Deus que acontecerá assim como Ele me falou.

26Mas nós devemos naufragar em alguma ilha".

27Quando a décima quarta noite veio, enquanto estávamos sendo levados por este caminho, que era o mar Adriático, por volta da meia noite, os navegadores pensaram que estavam se aproximando de alguma terra.

28Eles fizeram sondagens e encontraram vinte braças; depois de um breve momento, fizeram mais sondagens e encontraram quinze braças.

29Estavam com medo de bater nas rochas; então, baixaram quatro âncoras da popa, e oraram para que a manhã viesse logo.

30Os marinheiros procuravam uma maneira de abandonar o navio, e abaixaram o bote ao mar, sob pretexto de lançar as âncoras da proa.

31Mas, Paulo disse ao centurião e aos soldados: "A menos que estes homens continuem no navio, não podereis salvar-vos".

32Então os soldados cortaram as cordas do bote e deixaram-no ir embora.

33Quando amanheceu, Paulo alertou a todos para que comessem. Ele disse: "Este é o décimo quarto dia que vós esperais, e não comestes nada.

34Então eu vos peço que comais, porque isto é para que sobrevivais; e nenhum cabelo de vossa cabeça será perdido".

35Quando ele disse isso, tomou o pão e agradeceu a Deus à vista de todos eles; então, partiu-o e começou a comer.

36Assim, eles foram todos encorajados e também comeram.

37Nós éramos duzentas e setenta e seis pessoas no navio.

38Quando eles comeram o suficiente, fizeram com que o navio ficasse mais leve jogando o trigo ao mar.

39Quando amanheceu, eles não reconheceram a terra, mas viram uma baía com uma praia, e discutiram se levariam o navio até lá.

40Então, cortaram as âncoras e as deixaram no mar. Na mesma hora, desataram as cordas dos lemes e levantaram a vela principal ao vento; e, então, se dirigiram para a praia.

41Mas eles foram para um lugar onde duas correntes se encontravam, e o navio foi em direção à praia. A proa do navio encalhou ali e permaneceu imóvel, mas a popa começou a quebrar por causa da violência das ondas.

42O plano dos soldados era matar os prisioneiros para que nenhum deles pudesse nadar e fugir.

43Mas o centurião quis salvar Paulo, então ele impediu o plano deles; e ordenou àqueles que podiam nadar que pulassem do navio primeiro e chegassem a terra.

44Então, o resto dos homens deveria segui-los, alguns em tábuas, e outros em algumas coisas do navio. Desta forma, todos nós chegamos seguros a terra.

Atos 27

1E quando foi determinado que tínhamos que navegar para a Itália, entregaram a Paulo e alguns outros prisioneiros, a um centurião, por nome Júlio, do esquadrão imperial.

2E embarcando -nos em um navio adramitino, estando a navegar pelos lugares costeiros da Ásia, nós partimos, estando conosco Aristarco, o macedônio de Tessalônica.

3E no dia seguinte, chegamos a Sidom; e Júlio, tratando bem a Paulo, permitiu -lhe que fosse aos amigos, para receber cuidado deles .

4E tendo partido dali, nós fomos navegando abaixo do Chipre, porque os ventos estavam contrários.

5E tendo passado ao longo do mar da Cilícia e Panfília, viemos a Mira em Lícia.

6E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.

7E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo continuar por ali ,navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.

8E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.

9E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo os exortava,

10Dizendo-lhes: Homens, eu vejo que a navegação vai ser com violência e muito dano, não somente de carga e do navio, mas também de nossas vidas.

11Porém o centurião cria mais no capitão e no dono do navio do que no que Paulo dizia.

12E não sendo aquele porto adequado para passar o inverno, a maioria preferiu partir dali, para ver se podiam chegar a Fênix, que é um porto de Creta, voltada para o lado do vento sudoeste e noroeste, para ali passarem o inverno.

13E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.

14Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.

15E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados por ele .

16E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;

17O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes para reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e deixaram ir à deriva.

18E sendo muito afligidos pela tempestade, no dia seguinte jogaram a carga para fora do navio .

19E no terceiro dia ,com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.

20E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.

21E havendo muito tempo que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e assim evitar esta situação ruim e prejuízo.

22Mas agora eu vos exorto a terdes bom ânimo; porque haverá nenhuma perda de vida de vós, além somente da perda do navio.

23Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;

24Dizendo: Não temas, Paulo; é necessário que tu sejas apresentado a César; e eis que Deus tem te dado a vida a todos quantos navegam contigo.

25Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.

26Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.

27E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no mar Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra firme .

28E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.

29E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse logo .

30E quando os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,

31Paulo disse ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, vós não podeis vos salvar.

32Então os soldados cortaram os cabos do barquinho de reserva, e o deixaram cair.

33E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.

34Portanto eu vos exorto para que comais alguma coisa, pois é bom para vossa saúde; porque nenhum cabelo cairá de vossa cabeça.

35E tendo dito isto, e tomando o pão, ele agradeceu a Deus na presença de todos; e partindo -o ,começou a comer.

36E todos, tendo ficado mais encorajados, também pegaram algo para comer.

37E éramos todos no navio duzentas e setenta e seis almas.

38E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.

39E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.

40E tendo levantado as âncoras, deixaram -no ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando -o à praia.

41Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.

42Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum deles fugisse a nado.

43Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu a intenção deles; e mandou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a se lançassem ao mar e chegassem à terra firme .

44E depois os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.

Atos 27

1Quando foi decidido que navegaríamos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros prisioneiros a um centurião chamado Júlio, do Regimento Augustino.

2Nós embarcamos em um navio de Adramítio, que estava prestes a navegar junto à costa da Ásia. Então, fomos para o mar; Aristarco que era de Tessalônica, cidade da Macedônia, vinha conosco.

3No dia seguinte, desembarcamos na cidade de Sidom, onde Júlio tratou Paulo de modo gentil e permitiu-lhe ir até seus amigos, a fim de receber cuidados.

4Partindo dali, fomos para o mar e navegamos em volta da ilha de Chipre, que nos abrigou do vento, porque esse estava contra nós.

5A seguir, navegamos através das águas perto da Cilícia e Panfília, e fomos a Mirra, uma cidade da Lícia.

6Lá, o centurião encontrou um navio de Alexandria, que ia para a Itália, no qual nos embarcou.

7Navegamos vagarosamente por muitos dias, e finalmente chegamos, com dificuldade, próximo a Cnido. Contudo, o vento não nos permitiu seguir o caminho; então, navegamos pelo lado de Creta protegido contra os ventos, oposto a Salmona.

8Navegamos pela costa com dificuldade, até que chegamos a um certo lugar chamado Bons Portos, que é perto da cidade de Laseia.

9Tínhamos gasto muito tempo, já havia passado o tempo do jejum dos judeus, e também se tornou perigoso navegar. Então, Paulo os alertou,

10e disse: "Homens, eu vejo que a viagem que estamos prestes a fazer será danosa e com muita perda, não apenas da mercadoria e do navio, mas também de nossas vidas".

11Porém, o centurião prestou mais atenção ao mestre e ao proprietário do navio, do que às coisas que foram ditas por Paulo.

12Não sendo o porto propício para se passar o inverno, a maioria dos marinheiros aconselhou que partissem dali, se, por algum meio, conseguíssemos chegar a cidade de Fenice, para ali passar o inverno. Fenice é um porto em Creta, voltado para o nordeste e sudeste.

13Quando o vento do sul começou a soprar gentilmente, os marinheiros pensaram que tinham o que precisavam; então, eles ergueram a âncora e navegaram próximo a Creta, perto da costa.

14Mas, depois de um curto período, um vento forte de tempestade chamado Euroaquilão começou a nos golpear, vindo da ilha.

15Quando o navio foi apanhado em cheio, e não podia enfrentar o vento, nós nos deixamos ser levados.

16Passamos por um lado protegido de uma pequena ilha chamada Cauda; e com dificuldade pudemos segurar o bote salva-vidas.

17Quando eles levantaram o bote, usaram as suas cordas para amarrá-lo no casco do navio. Eles temiam que pudéssemos ir em direção aos bancos de areia de Sirte; então, abandonaram a âncora, e deixaram-se ser conduzidos.

18Nós estávamos muito abatidos por causa da tempestade; então, no dia seguinte, os navegadores começaram a jogar a carga para fora do navio.

19No terceiro dia, os marinheiros também lançaram ao mar com as próprias mãos, o equipamento do navio.

20Depois de o sol e as estrelas não brilharem sobre nós por vários dias, e de ainda ser castigado por grande tempestade, qualquer esperança de que pudéssemos ser salvos foi abandonada.

21Estando eles há muito tempo sem comer, Paulo se levantou entre os marinheiros e disse: "Homens, devieis ter me ouvido, e não partir de Creta a fim de evitar este dano e perda.

22E agora, eu vos incentivo a tomarem coragem, porque não haverá nenhuma perda de vidas entre vós, mas apenas a perda do navio.

23Porque na noite passada, um anjo de Deus, a quem eu pertenço, e também adoro, se colocou ao meu lado

24e disse: 'Não temas, Paulo. Tu deves te encontrar com César, e Deus te concede a vida de todos os que estão viajando contigo'.

25Portanto, homens, tomem coragem! Porque confio em Deus que acontecerá assim como Ele me falou.

26Mas nós devemos naufragar em alguma ilha".

27Quando a décima quarta noite veio, enquanto estávamos sendo levados por este caminho, que era o mar Adriático, por volta da meia noite, os navegadores pensaram que estavam se aproximando de alguma terra.

28Eles fizeram sondagens e encontraram vinte braças; depois de um breve momento, fizeram mais sondagens e encontraram quinze braças.

29Estavam com medo de bater nas rochas; então, baixaram quatro âncoras da popa, e oraram para que a manhã viesse logo.

30Os marinheiros procuravam uma maneira de abandonar o navio, e abaixaram o bote ao mar, sob pretexto de lançar as âncoras da proa.

31Mas, Paulo disse ao centurião e aos soldados: "A menos que estes homens continuem no navio, não podereis salvar-vos".

32Então os soldados cortaram as cordas do bote e deixaram-no ir embora.

33Quando amanheceu, Paulo alertou a todos para que comessem. Ele disse: "Este é o décimo quarto dia que vós esperais, e não comestes nada.

34Então eu vos peço que comais, porque isto é para que sobrevivais; e nenhum cabelo de vossa cabeça será perdido".

35Quando ele disse isso, tomou o pão e agradeceu a Deus à vista de todos eles; então, partiu-o e começou a comer.

36Assim, eles foram todos encorajados e também comeram.

37Nós éramos duzentas e setenta e seis pessoas no navio.

38Quando eles comeram o suficiente, fizeram com que o navio ficasse mais leve jogando o trigo ao mar.

39Quando amanheceu, eles não reconheceram a terra, mas viram uma baía com uma praia, e discutiram se levariam o navio até lá.

40Então, cortaram as âncoras e as deixaram no mar. Na mesma hora, desataram as cordas dos lemes e levantaram a vela principal ao vento; e, então, se dirigiram para a praia.

41Mas eles foram para um lugar onde duas correntes se encontravam, e o navio foi em direção à praia. A proa do navio encalhou ali e permaneceu imóvel, mas a popa começou a quebrar por causa da violência das ondas.

42O plano dos soldados era matar os prisioneiros para que nenhum deles pudesse nadar e fugir.

43Mas o centurião quis salvar Paulo, então ele impediu o plano deles; e ordenou àqueles que podiam nadar que pulassem do navio primeiro e chegassem a terra.

44Então, o resto dos homens deveria segui-los, alguns em tábuas, e outros em algumas coisas do navio. Desta forma, todos nós chegamos seguros a terra.

Atos 27:1
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Quando foi decidido que navegaríamos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros prisioneiros a um centurião chamado Júlio, do Regimento Augustino.

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E quando foi determinado que tínhamos que navegar para a Itália, entregaram a Paulo e alguns outros prisioneiros, a um centurião, por nome Júlio, do esquadrão imperial.

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Nós embarcamos em um navio de Adramítio, que estava prestes a navegar junto à costa da Ásia. Então, fomos para o mar; Aristarco que era de Tessalônica, cidade da Macedônia, vinha conosco.

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E embarcando -nos em um navio adramitino, estando a navegar pelos lugares costeiros da Ásia, nós partimos, estando conosco Aristarco, o macedônio de Tessalônica.

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No dia seguinte, desembarcamos na cidade de Sidom, onde Júlio tratou Paulo de modo gentil e permitiu-lhe ir até seus amigos, a fim de receber cuidados.

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E no dia seguinte, chegamos a Sidom; e Júlio, tratando bem a Paulo, permitiu -lhe que fosse aos amigos, para receber cuidado deles .

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Partindo dali, fomos para o mar e navegamos em volta da ilha de Chipre, que nos abrigou do vento, porque esse estava contra nós.

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E tendo partido dali, nós fomos navegando abaixo do Chipre, porque os ventos estavam contrários.

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A seguir, navegamos através das águas perto da Cilícia e Panfília, e fomos a Mirra, uma cidade da Lícia.

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E tendo passado ao longo do mar da Cilícia e Panfília, viemos a Mira em Lícia.

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Lá, o centurião encontrou um navio de Alexandria, que ia para a Itália, no qual nos embarcou.

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E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.

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Navegamos vagarosamente por muitos dias, e finalmente chegamos, com dificuldade, próximo a Cnido. Contudo, o vento não nos permitiu seguir o caminho; então, navegamos pelo lado de Creta protegido contra os ventos, oposto a Salmona.

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E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo continuar por ali ,navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.

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Navegamos pela costa com dificuldade, até que chegamos a um certo lugar chamado Bons Portos, que é perto da cidade de Laseia.

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E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.

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Tínhamos gasto muito tempo, já havia passado o tempo do jejum dos judeus, e também se tornou perigoso navegar. Então, Paulo os alertou,

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E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo os exortava,

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e disse: "Homens, eu vejo que a viagem que estamos prestes a fazer será danosa e com muita perda, não apenas da mercadoria e do navio, mas também de nossas vidas".

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Dizendo-lhes: Homens, eu vejo que a navegação vai ser com violência e muito dano, não somente de carga e do navio, mas também de nossas vidas.

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Porém, o centurião prestou mais atenção ao mestre e ao proprietário do navio, do que às coisas que foram ditas por Paulo.

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Porém o centurião cria mais no capitão e no dono do navio do que no que Paulo dizia.

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Não sendo o porto propício para se passar o inverno, a maioria dos marinheiros aconselhou que partissem dali, se, por algum meio, conseguíssemos chegar a cidade de Fenice, para ali passar o inverno. Fenice é um porto em Creta, voltado para o nordeste e sudeste.

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E não sendo aquele porto adequado para passar o inverno, a maioria preferiu partir dali, para ver se podiam chegar a Fênix, que é um porto de Creta, voltada para o lado do vento sudoeste e noroeste, para ali passarem o inverno.

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Quando o vento do sul começou a soprar gentilmente, os marinheiros pensaram que tinham o que precisavam; então, eles ergueram a âncora e navegaram próximo a Creta, perto da costa.

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E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.

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Mas, depois de um curto período, um vento forte de tempestade chamado Euroaquilão começou a nos golpear, vindo da ilha.

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Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.

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Quando o navio foi apanhado em cheio, e não podia enfrentar o vento, nós nos deixamos ser levados.

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E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados por ele .

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Passamos por um lado protegido de uma pequena ilha chamada Cauda; e com dificuldade pudemos segurar o bote salva-vidas.

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E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;

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Quando eles levantaram o bote, usaram as suas cordas para amarrá-lo no casco do navio. Eles temiam que pudéssemos ir em direção aos bancos de areia de Sirte; então, abandonaram a âncora, e deixaram-se ser conduzidos.

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O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes para reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e deixaram ir à deriva.

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Nós estávamos muito abatidos por causa da tempestade; então, no dia seguinte, os navegadores começaram a jogar a carga para fora do navio.

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E sendo muito afligidos pela tempestade, no dia seguinte jogaram a carga para fora do navio .

19
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No terceiro dia, os marinheiros também lançaram ao mar com as próprias mãos, o equipamento do navio.

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E no terceiro dia ,com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.

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Depois de o sol e as estrelas não brilharem sobre nós por vários dias, e de ainda ser castigado por grande tempestade, qualquer esperança de que pudéssemos ser salvos foi abandonada.

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E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.

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Estando eles há muito tempo sem comer, Paulo se levantou entre os marinheiros e disse: "Homens, devieis ter me ouvido, e não partir de Creta a fim de evitar este dano e perda.

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E havendo muito tempo que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e assim evitar esta situação ruim e prejuízo.

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E agora, eu vos incentivo a tomarem coragem, porque não haverá nenhuma perda de vidas entre vós, mas apenas a perda do navio.

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Mas agora eu vos exorto a terdes bom ânimo; porque haverá nenhuma perda de vida de vós, além somente da perda do navio.

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Porque na noite passada, um anjo de Deus, a quem eu pertenço, e também adoro, se colocou ao meu lado

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Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;

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e disse: 'Não temas, Paulo. Tu deves te encontrar com César, e Deus te concede a vida de todos os que estão viajando contigo'.

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Dizendo: Não temas, Paulo; é necessário que tu sejas apresentado a César; e eis que Deus tem te dado a vida a todos quantos navegam contigo.

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Portanto, homens, tomem coragem! Porque confio em Deus que acontecerá assim como Ele me falou.

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Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.

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Mas nós devemos naufragar em alguma ilha".

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Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.

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Quando a décima quarta noite veio, enquanto estávamos sendo levados por este caminho, que era o mar Adriático, por volta da meia noite, os navegadores pensaram que estavam se aproximando de alguma terra.

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E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no mar Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra firme .

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Eles fizeram sondagens e encontraram vinte braças; depois de um breve momento, fizeram mais sondagens e encontraram quinze braças.

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E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.

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Estavam com medo de bater nas rochas; então, baixaram quatro âncoras da popa, e oraram para que a manhã viesse logo.

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E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse logo .

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Os marinheiros procuravam uma maneira de abandonar o navio, e abaixaram o bote ao mar, sob pretexto de lançar as âncoras da proa.

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E quando os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,

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Mas, Paulo disse ao centurião e aos soldados: "A menos que estes homens continuem no navio, não podereis salvar-vos".

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Paulo disse ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, vós não podeis vos salvar.

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Então os soldados cortaram as cordas do bote e deixaram-no ir embora.

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Então os soldados cortaram os cabos do barquinho de reserva, e o deixaram cair.

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Quando amanheceu, Paulo alertou a todos para que comessem. Ele disse: "Este é o décimo quarto dia que vós esperais, e não comestes nada.

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E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.

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Então eu vos peço que comais, porque isto é para que sobrevivais; e nenhum cabelo de vossa cabeça será perdido".

PorBLivre

Portanto eu vos exorto para que comais alguma coisa, pois é bom para vossa saúde; porque nenhum cabelo cairá de vossa cabeça.

35
PorNVA

Quando ele disse isso, tomou o pão e agradeceu a Deus à vista de todos eles; então, partiu-o e começou a comer.

PorBLivre

E tendo dito isto, e tomando o pão, ele agradeceu a Deus na presença de todos; e partindo -o ,começou a comer.

36
PorNVA

Assim, eles foram todos encorajados e também comeram.

PorBLivre

E todos, tendo ficado mais encorajados, também pegaram algo para comer.

37
PorNVA

Nós éramos duzentas e setenta e seis pessoas no navio.

PorBLivre

E éramos todos no navio duzentas e setenta e seis almas.

38
PorNVA

Quando eles comeram o suficiente, fizeram com que o navio ficasse mais leve jogando o trigo ao mar.

PorBLivre

E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.

39
PorNVA

Quando amanheceu, eles não reconheceram a terra, mas viram uma baía com uma praia, e discutiram se levariam o navio até lá.

PorBLivre

E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.

40
PorNVA

Então, cortaram as âncoras e as deixaram no mar. Na mesma hora, desataram as cordas dos lemes e levantaram a vela principal ao vento; e, então, se dirigiram para a praia.

PorBLivre

E tendo levantado as âncoras, deixaram -no ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando -o à praia.

41
PorNVA

Mas eles foram para um lugar onde duas correntes se encontravam, e o navio foi em direção à praia. A proa do navio encalhou ali e permaneceu imóvel, mas a popa começou a quebrar por causa da violência das ondas.

PorBLivre

Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.

42
PorNVA

O plano dos soldados era matar os prisioneiros para que nenhum deles pudesse nadar e fugir.

PorBLivre

Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum deles fugisse a nado.

43
PorNVA

Mas o centurião quis salvar Paulo, então ele impediu o plano deles; e ordenou àqueles que podiam nadar que pulassem do navio primeiro e chegassem a terra.

PorBLivre

Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu a intenção deles; e mandou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a se lançassem ao mar e chegassem à terra firme .

44
PorNVA

Então, o resto dos homens deveria segui-los, alguns em tábuas, e outros em algumas coisas do navio. Desta forma, todos nós chegamos seguros a terra.

PorBLivre

E depois os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.

Entendendo Nova Versão vs Bíblia Livre em Atos 27

Nova Versão (PorNVA)

Uma versão em português focada em clareza contemporânea e fluidez de leitura. Ideal para leitura contínua e estudo devocional. Ótima opção para quem quer linguagem atual sem perder formalidade.

Bíblia Livre

Uma tradução moderna e acessível, baseada em textos de domínio público. Escrito em português claro para leitura diária e compreensão rápida. Uma boa escolha para começar a ler a Bíblia com consistência.

Você está vendo uma comparação lado a lado de Atos 27 na Nova Versão e na Bíblia Livre. Comparar essas duas versões pode ajudar a esclarecer as nuances do texto original.

Comparação Chave: Atos 27:16

PorNVA

"Passamos por um lado protegido de uma pequena ilha chamada Cauda; e com dificuldade pudemos segurar o bote salva-vidas."

PorBLivre

"E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;"

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